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10 jun 2019

Disrupção tecnológica no modelo 3PL para a América Latina  [Infográfico]

otimização da cadeia de suprimentos
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Mais do que seguir as tendências tecnológicas a nível mundial, a América Latina enfrenta o desafio de conseguir uma transformação digital que contemple de maneira integral tecnologia, processos e pessoas, e que satisfaça as necessidades urgentes e próprias da região.

Companhias de todas as indústrias a nível mundial estão adquirindo tecnologias como o big data, a nuvem, a inteligência artificial (IA), a internet das coisas (IoT) e o aprendizado automático (ML) para automatizar processos, aumentar seus ingressos e oferecer uma melhor experiência ao cliente, e a logística não é a exceção.

Tecnologias disruptivas aplicadas por 3PL a nível mundial

A indústria logística a nível global continuamente se vê pressionada pelas constantes mudanças nos comportamentos dos clientes, que buscam atenção nas 24 horas do dia, entregas precisas, rápidas e sem contratempos, várias opções de canais a seu alcance e um serviço superior, o que a aproximou a aproveitar as vantagens competitivas que a tecnologia oferece para agilizar processos, dar visibilidade aos pedidos, criar ordens perfeitas e proporcionar um serviço impecável.

Graças à conectividade que rege na revolução 4.0, a indústria logística implementa algumas ferramentas tecnológicas que podem se relacionar entre si, ou inclusive derivar-se umas das outras, com o fim de unificar processos e aproveitar ao máximo as fontes de dados. Este ecossistema digital, que geralmente é compartilhado com colaboradores, parceiros e fornecedores em tempo real, permite que todos contem com a mesma informação, possíveis interrupções sejam previstas, se aumente a eficiência e se tomem melhores decisões.

Algumas das ferramentas que começam a ser aproveitadas por operadores logísticos nos Estados Unidos, Alemanha, China, Japão, Coréia do Sul, Suécia e Reino Unido são big data, a nuvem, inteligência artificial (AI), internet das coisas (IoT), aprendizado autônomo ou machine learning (ML), aprendizado profundo ou deep learning, cadeias articuladas ou blockchain, scanners 3D, realidade virtual, sensores inteligentes, identificação por radiofrequência (RFID), telemetria por GPS ou chipping, robôs, drones de carga, táxis, caminhões e barcos autônomos, trens de levitação magnética, sistemas de hyperloop, ônibus elevados e estradas inteligentes.

Para conhecer em que consistem você pode consultar os seguintes artigos:

https://blog.solistica.com/pt-br/inovacao-aplicada-a-cadeia-de-abastecimento

https://blog.solistica.com/pt-br/o-futuro-do-transporte-novas-tecnologias-e-estrategias-para-satisfazer-o-cliente-final

 

Modelo Next Gen Supply Chain

A disrupção que a indústria 4.0 cria obriga os fabricantes e operadores logísticos a considerar uma plataforma tecnológica especial para a cadeia de abastecimento ou Technological Plataform for Logistics (III TPL) que contemple integração de extremo a extremo, inteligência operacional e inovação digital.

Este modelo III TPL ajuda a repensar futuras cadeias de abastecimento centradas no cliente, que satisfaçam suas necessidades, se tornem eficientes e considerem os seguintes aspectos:

Nuevo no. 8 FEB (LS&E) Disrupción tecnológica en el modelo 3PL para Latinoamérica VFPORTUGUÊS

Panorama logístico na América Latina

Ainda que a tendência seja a futura implementação das tecnologias anteriormente mencionadas, a realidade é que na América Latina existem certos desafios relacionados com a flexibilidade da cadeia de abastecimento que mantêm a região atrasada e implicam uma diminuição na rentabilidade das operações tanto para fabricantes quanto para distribuidores:

  • Escassez de serviços logísticos de qualidade que possam formar e atender de maneira eficiente uma cadeia de abastecimentos inter-regional.
  • Alto índice de insegurança que obriga a fazer gastos adicionais para garantir a proteção e integridade das cargas.
  • Infraestrutura deficiente, ou inclusive inexistente, em portos, aeroportos, estradas e vias férreas.
  • Complexa burocracia em trâmites aduaneiros que feriam o trânsito fluído de mercadorias.
  • data de implementação de novas tecnologias de informação e comunicação.
  • Resistência à mudança.

Diante destas ineficiências, se identificam como desafios prioritários para a logística na América Latina a segurança e o controle de inventários, os quais começaram a ser solucionados através de tecnologias como big data, internet das coisas (IoT), telemática por gps, automatização e conectividade de sistemas de gestão de armazéns, pessoal e transporte.

 

Implementação de soluções flexíveis de acordo com a realidade latino-americana.

Algumas empresas logísticas na América Latina já contam com plataformas que lhes facilitam enfrentar os desafios mencionados anteriormente. Por exemplo, a Solistica, unidade de negócio estratégica da FEMSA está se convertendo na operadora 3PL líder ao combinar conhecimento de empresas líderes da região e oferecer suporte multinacional.

Graças a esta fórmula de sucesso, contam com mais de 4 mil clientes, cerca de 21 mil colaboradores e ao redor de 500 mil metros quadrados de armazenamento, realizam mais de 1 milhão e 900 mil viagens por ano e fazem entregas em mais de 160 mil pontos por semana através de mais de 6 mil veículos de frota própria.

Como pioneiros em inovação 3PL na América Latina, a Solistica faz uso de tecnologias como o big data para reforçar suas capacidades comerciais, e machine learning (algoritmo que identifica padrões em milhões de dados para prever comportamentos futuros) para fortalecer a administração de seus ingressos (management revenue), como nestas três etapas:

  1. Engatinhar (crawl): o objetivo é mitigar picos de demanda para certos clientes e conceder tarifas preferencias sob um esquema de "ganhar-ganhar".
  2. Caminhar (walk): a meta é criar promoções em serviços que gerem um custo marginal, como nos centros comerciais.
  3. Correr (run): trata-se de implementar um sistema dinâmico de preços em função da capacidade disponível e demanda dos clientes.

A plataforma da Solistica está sendo construída em paralelo aos desafios que a América Latina apresenta, e que foram expostos mais acima.

 

Desafio: escassez de serviços logísticos de qualidade |Desenvolvimento de ferramenta para automatização de processos de maquila (DataPack VAS)

Na América Latina existem poucos fornecedores sofisticados de serviços de maquila como a Solistica, cujas operações na Colômbia se distinguem por ter uma alta maturidade ao contar com cerca de 550 colaboradores que atendem mais de 60 clientes de diferentes setores e ao produzir mais de 120 milhões de unidades por ano em suas 92 linhas de produção.

A Solistica obteve estes resultados graças à implementação do Data Pack, software próprio e desenvolvido segundo procedimentos e boas práticas em manufatura, que lhes permite sistematizar de maneira flexível todo seu processo de maquila: etiquetamento, montagem de promoções, mudanças de apresentação, codificação, termoselagem, termoencolhimento, reembalagem e revisões, entre outros.

Esta plataforma - que conta com duas validações Business Process Management (BPM) e duas certificações pelo Instituto Nacional de Vigilância de Medicamentos e Alimentos (Invimia)- tem funções que se adaptam às necessidades de seus clientes, como produção semiautomática, rastreabilidade de pedidos, aumento de produtividade, controle de inventários, indicadores e estatísticas, cotações e faturamento e gestão de qualidade, com o que obtiveram grandes benefícios que se traduzem em um melhor nível de serviço e em uma melhor opção desde o enfoque custo-benefício:

  • Redução de 20 por cento de horas extras por aumento na produtividade do processo
  • Diminuição de tempos mortos por início de turno, mudança de processo, disponibilidade de materiais, disponibilidade de produtos
  • Melhoramento do nível de serviço por planejamento do processo de produção (mínimo em 95 por cento)
  • Geração automática de relatórios de gestão
  • Geração automática de indicadores
  • Exatidão no faturamento
  • Controle de produtividade e tarifas por produto
  • Visualização gráfica do processo com controle de produtividade, custo e ingressos diários
  • Padronização do método do processo de maquila
  • Diminuição de erros em arquivamento da documentação técnica
  • Diminuição de 90 por cento nos custos de papelaria
  • Rastreabilidade em linhas de pedidos para colaboradores e clientes

Atualmente a Solistica está trabalhando em conseguir essa maturidade no resto de suas operações de maquila através de tecnologias como Data Pack, e já se encontra transladando essas capacidades para o México. 

Desafio: alto índice de insegurança | Exemplo de implementação de processos de gerenciamento de risco (GRIS) no Brasil e no México

A Solistica Brasil encontra-se na vanguarda em segurança de operações e, devido ao grande número de roubos no país, desenvolveu um sistema integrado de gerenciamento de riscos (GRIS) que consta de três frentes:

  1. Processos de gerenciamento de risco: normativa da PGR (Procuradoria Geral da República), plano de viagem, regiões de risco, horários de circulação, monitoramento e outros.
  2. Perfil de operadores e treinamentos: investigação de antecedentes, classificação por perfis e capacitações para os colaboradores.
  3. Tecnologias: rastreadores, acionadores, software, comunicação híbrida (por satélite, celular), detecção de Jammer, botão de pânico, parada automática de motor, bloqueio automático de aceleração, bloqueio de desengate de reboque, chapa na porta de reboque, sensores nas portas da cabine (com um par de motor automático), parada de motor automática por desvio de rota e caixa RF.

Este sistema de gerenciamento oferece benefícios como autoproteção automática diante de qualquer violação ao protocolo, eliminação do fator humano, conhecimento em tempo real de qualquer tentativa de roubo e frustração de incidentes de roubo, além de controle de jornada, análise de produtividades, preservação de veículos e Log Center.

Assim como o Brasil, o México é um dos países com maior índice de insegurança e de roubos de carga, sobretudo nas regiões centro e oeste. A maioria destes acontecem no trânsito e com violência e, devido a que quase sempre o operador é privado de sua liberdade durante o evento, é impossível gerar um relatório imediato.

Considerando o modus operandi dos delinquentes no México, existem poucos fornecedores com capacidades tecnológicas para a gestão do risco. A maioria conta com sistemas enfocados na produtividade, não na segurança. 

Diante desta realidade a Solistica realizou, em 2018, uma prova piloto no México que consistiu em implementar esta tecnologia brasileira de gerenciamento de riscos (GRIS).

Foram realizadas provas bem-sucedidas. Nenhuma unidade apresentou roubo nem tentativa de roubo e se obtiveram resultados favoráveis em diferentes parâmetros

 

Revolucionando a logística na América Latina

Para que os 3PL da América Latina possam aproveitar a flexibilidade que as tecnologias disruptivas oferecem é necessário desenvolver uma estratégia de inovação formal e realista de acordo com a região, segmentar os clientes segundo suas necessidades de negócio, melhorar o alinhamento estratégico com seus clientes, empregados, sócios e fornecedores, implementar uma plataforma de inovação sólida para implementar soluções tecnológicas, capacitar o pessoal e gerar uma cultura que adota a inovação, estabelecer métricas para avaliar os resultados e desenhar um plano de melhoria contínua e estar em dia com as novas tecnologias.

No artigo "O futuro do transporte: novas tecnologias e estratégias para satisfazer o cliente final" pode se encontrar algumas estratégias que os 3PL devem seguir para enfrentar os desafios da região.

As novas exigências dos clientes estão pressionando que a cadeia de abastecimento seja mais eficiente, razão pela que se requer integração de extremo a extremo, inteligência operativa e inovação digital.

Definitivamente a América Latina apresenta desafios estruturais que devem ser atendidos. Companhias especializadas em logística, como a Solistica, estão trabalhando em ter uma infraestrutura tecnológica vanguardista que ofereça um nível de serviço superior; no entanto, atualmente estão concentradas em desenvolver iniciativas tecnológicas que solucionem os desafios da região, que são principalmente a segurança e o controle de inventários.

As plataformas com as que a Solistica conta proporcionam vantagens únicas como realizar operações nas principais economias da América Latina de maneira flexível e combinar conhecimento local e serviço consistente em toda a região, além de contar com o suporte da FEMSA para contribuir com o crescimento de seus clientes.

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