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    22 abr 2020

    Mudanças nos hábitos de consumo diante da crise e seu impacto na cadeia de suprimentos

    Tendências logísticas
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    À medida que a pandemia de coronavírus se espalha, companhias de todo o mundo aumentaram suas capacidades de resposta e tomaram medidas extraordinárias para entregar seus produtos e atender os novos hábitos de consumo.

    Estas mudanças influenciaram nas vendas: por um lado, as vendas de produtos essenciais, como alimentos e artigos para o lar e de cuidado pessoal, dispararam e, por outro, as vendas de produtos não essenciais caíram, como roupas e móveis.

    Fabricantes, distribuidores, varejistas e operadores logísticos se uniram para implementar políticas de emergência que satisfaçam estas demandas crescentes e evitar um verdadeiro desabastecimento.

    Etapas do comportamento do consumidor durante a pandemia

    A companhia Nielsen identificou seis etapas no comportamento do consumidor que estão diretamente relacionadas com as preocupações com o surto de coronavírus:

    1. Compras proativas para a saúde
    2. Gestão reativa da saúde
    3. Preparação da despensa
    4. Preparação para a vida em quarentena
    5. Vida restrita
    6. Viver uma vida com normalidade

    Cada região é diferente, mas pode-se observar que, nos Estados Unidos, Brasil, Colômbia e México,

    se encontram na etapa 4, as pessoas vão ao supermercado para comprar os bens necessários para a vida em quarentena. Isso está fazendo com que, em curto prazo, as indústrias de bens de consumo e seus revendedores tenham ainda mais movimento do que o normal.

    Situação Atual

    Os padrões de consumo estão mudando na medida em que o vírus se espalha pelo mundo, sobretudo os relacionados com a maneira como os produtos são comprados para serem armazenados durante a quarentena:

    • Derivado do distanciamento social que os governos solicitaram, a maioria dos clientes está fazendo suas compras em negócios próximos ao seu lar para evitar aglomerações.
    • Com o fim de evitar o contato, muitos clientes estão aproveitando outras formas de entrega, como entrega em domicílio ou coleta na loja.
    • As pessoas estão pedindo que as marcas apresentem ideias para solucionar as necessidades cotidianas, por exemplo, não aumentar seus preços e ter promoções.
    • Como as pessoas estão passando mais tempo em casa, o consumo de meios de comunicação (televisão e rádio) mudou, tanto para informação quanto para divertimento. Da mesma maneira, os canais de streaming e as redes sociais adquiriram um nível cada vez mais relevante.

    Por seu lado, em suas previsões financeiras, a JP Morgan percebe uma queda abrupta do produto interno bruto (PIB) em nível global, regional e local, por causa do coronavÍrus.  Para a América Latina, estima-se uma queda de 1,2% no primeiro trimestre deste ano; 11, 6%, no próximo; e 1,2%, no acumulado do ano. Além disso, reconhece que as marcas mais fortes irão se recuperar nove vezes mais rápido após uma crise e que as empresas que usam a tecnologia como canal ou veículo para impulsionar a conectividade do cliente irão se tornar mais relevantes.

    Como atender em tempos de crise?

    A McKinsey & Company recomenda seguir estas ações na cadeia de suprimentos para satisfazer as necessidades dos clientes durante a pandemia de Covid-19:

    Quanto a fornecedores:

    • Estabelecer conferências diárias com fornecedores estratégicos.
    • Reduzir a variedade de produtos.
    • Diminuir requisitos de tempo, cumprimento e condições de pagamento aos principais fornecedores.
    • Mitigar o risco de pedidos existentes, em colaboração com fornecedores.

    Quanto a mercadoria:

    • Revisar planos de compras e realocar o pessoal para as categorias de alta demanda.
    • Anular algoritmos para redirigir o inventário de alta densidade.
    • Diminuir planos de compra em curto prazo para manter dinheiro.
    • Antecipar futuros aumentos nas vendas e ajustá-los aos planos.

    Quanto a distribuição:

    • Capacitar os empregados e realocá-los para áreas de alta demanda em centros de distribuição.
    • Manter uma boa higiene na área de trabalho.

    Quanto a logística:

    • Atribuir maior capacidade de transporte para produtos de alta demanda.
    • Fazer com que os fornecedores realizem entregas diretamente nas lojas.
    • Colocar produtos em lojas estratégicas para alimentar as pequenas lojas.
    • Oferecer capacidade de transporte se a frota privada estiver disponível para apoiar o transporte de produtos críticos.

    Quanto a entregas:

    • Dar flexibilidade nos requerimentos de entrega no mesmo dia ou no dia seguinte.
    • Otimizar as rotas e propor mais locais de entrega.
    • Ampliar as opções de entrega e devolução.

     

    Além das fraquezas, o que uma crise como a atual mostra sobre as cadeias de suprimentos é sua flexibilidade e funcionamento sob pressão. Nos retifica que as atuais redes estão desenhadas para se adaptar quando acontecem desastres naturais ou picos de produção por temporadas, por exemplo, a rede global de supermercados começa a se recuperar do choque inicial, inclusive nos países mais afetados pelo vírus.

    Para se adaptar aos padrões de demanda que se vivem hoje, as companhias estão atualizando cada etapa de suas cadeias de suprimentos, desde a aquisição até o serviço ao cliente.

    As marcas são obrigadas a mudar na medida em que seus compradores o fazem. O entendimento deste e da situação atual é vital. O monitoramento do comportamento do consumidor é fundamental para se antecipar às suas preocupações e necessidades.

    Através de soluções inovadoras, operadores logísticos, como a Solistica, garantem que seus clientes possam comprar os produtos de que necessitam e ajudam seus clientes e empregados a manter sua saúde e segurança.

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    El contenido de esta publicación es brindado por el autor y no representa la posición de la empresa respecto al tema

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